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Meta a Boca no Moinho: :: Quinta-feira, Março 22, 2007 ::
Meta a Boca no Moinho: :: Sexta-feira, Janeiro 05, 2007 ::Nenhuma colher de chá
O Paraná está de luto. Perdeu nesta última terça (21) o comando de uma das mais representativas indústrias paranaenses. A Coca-Cola anunciou a compra da Leão Júnior por R$230 milhões (incluindo marcas e fábricas), que fabricava os chás Matte Leão. Apesar da perda, a Coca-Cola promete que o corpo da empresa será o mesmo e que a base principal de funcionários irá permanecer.
Resta agora a Coca-Cola convencer o CADE de que os chás da Matte Leão e o chá Nestea, que já é produzido pelas fábricas da Coca, não irão monopolizar o mercado, uma vez que, com a compra, a Coca terá aproximadamente 70% do mercado de chás prontos no Brasil.
Mas por mais que se acuse a Coca-Cola de monopólio, a compra foi resultado evidente de que grandes empresas paranaenses e brasileiras estão com algumas dificuldades internas de se manterem. Mesmo com o lucro líquido de 25 milhões de reais da Matte Leão em 2006, a empresa estaria passando por dificuldades de investimento em marketing, pesquisa e distribuição, segundo uma fonte do jornal Valor Econômico. Seria uma prova de que muitas empresas ainda não estão atualizadas o suficiente? Talvez.
O exemplo da Matte Leão serve para que outras empresas tenham mais atenção para que não sejam engolidas por outras maiores. Se o problema aparente da venda não foi financeiro, fica provado que outros fatores acabam levando marcas e indústrias a serem vendidas. É preciso que empresários tenham noção de suas marcas são valiosas e que o lógico investimento na pesquisa e no marketing, por exemplo, pode resultar em resultados extremamente positivos quando bem planejados. O mercado atual não admite mais a mesmice. É preciso investir , competir e expandir. Isto para não deixar mais estados e o país de luto, que cada vez mais tem suas marcas levadas pelas multinacionais.
:: Diôdio do Moinho 3/22/2007 [+] ::
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:: Diôdio do Moinho 1/5/2007 [+] ::
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Meta a Boca no Moinho: :: Domingo, Dezembro 31, 2006 ::ajhsdhkasdkaskhjkasd
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:: Diôdio do Moinho 1/5/2007 [+] ::
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Hoje é dia 31/12/2006Meta a Boca no Moinho: :: Sexta-feira, Dezembro 29, 2006 ::
Feliz ano novo, fantasma que aqui ainda entra. Equisselenti 2007 para todos!! Saúde, dinheiro, paz e blá blá blá...
Promessa de ano novo: tentar reformular reformular o blog.
:: Diôdio do Moinho 12/31/2006 [+] ::
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dãMeta a Boca no Moinho: :: Terça-feira, Outubro 24, 2006 ::
:: Diôdio do Moinho 12/29/2006 [+] ::
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Como se tornar um próspero vendedor de Banca de RevistasMeta a Boca no Moinho: :: Segunda-feira, Setembro 04, 2006 ::
1) Seja antipático. Um bom 'banqueiro' não pode sorrir. Você não quer que os clientes montem em você, quer?
2) Se alguém abrir uma revista na banca para ler, deixe. Se continuar folheando por mais de 5 segundos, pergunte o que deseja. Se a pessoa continuar lendo, informe o preço da revista.
3) Sempre utilize balas de canela como troco.
4) Sempre que alguém quiser trocar uma nota de R$50 na sua banca, devolva R$45 (afane 5cão). Você não é dono de banco, é de banca!!
5) Se o cliente perceber que você afanou, faça cara de burro e dê a ele um picolé de frutas ou cinco reais em balas de canela. Já pensou se ele sai sem comprar nada?!
6) Sempre que alguém perguntar aonde fica o Pão de Açucar, dê o endereço do Carrefour. E vice-versa.
7) Se algum adolescente espinhento aparecer procurando por uma revistinha pornô vagabunda de papel jornal, diga que acabou de chegar a melhor Playboy do ano. Seu lucro será superior!
8) Quando algum estudante pedir para deixar o jornal da escola ou da faculdade na banca, permita. Se alguém se interessar por aquele lixo, cobre um real pelo tablóide e dois reais pelo jornal standart.
9) Se você não sabe o que é tablóide ou standart, você não é um vendedor de banca de revistas.
10) Ridicularize seus clientes a ponto deles serem obrigados a comprarem um jornal ou revista para ficarem mais inteligentes.
11) Quando a madame entrar com um poodle dentro da banca, aponte para seu cartaz: "É proibida a entrada de animais" com um galinha riscada no meio.
12) Venda cigarros avulsos a preço de cerveja importada.
13) Sempre esconda o isqueiro em algum ponto estratégico para não gastar o fogo.
14) Quando for assaltado, ofereça balas de canela.
15) Sempre alegue que o governo está uma bosta e diga que leu isso no jornal de hoje, que por sinal está quase acabando.
:: Diôdio do Moinho 10/24/2006 [+] ::
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Para não reclamar da falta de atualização... Isso aqui é simplesmente FANTÁSTICO. Vale a pena ler inteiro.
Anão vestido de palhaço mata 8
por Marcos Barbará
Croácia, verão de 1999. Nevava. Era mesmo um verão estranho. Zagreb amanhecia escura, sem saber que Josef, o Anão, amolava sua faca com um carinho todo especial...
... naquela manhã, Josef acorda e descobre que seu papagaio foi nomeado Ministro da Economia. Morre de inveja e tenta suicidar-se, mas seu revólver é daqueles que disparam uma banderinha com a palavra "bum!". A bandeirinha acerta seu olho mas ele sobrevive, passando a enxergar tudo em duas dimensões.
Após correr pelado em um campo de golfe por não conseguir cortar os pêlos de suas costas, Josef, o Anão, consegue um emprego de tenor na Orquestra de Zagreb, e é demitido 15 minutos depois por não conseguir fazer o sinal de aspas com dois dedos de cada mão. Amargurado, ele dança até a beira do lago, onde contempla a si mesmo durante quarenta minutos. De repente dorme e sonha com um cabrão, uma besta mitológica com a cabeça e o corpo de um leão, mas não do mesmo leão.
Ao acordar, Josef decide procurar emprego no crime organizado, porque gosta de ser beijado na face como um italiano. Conhece então Little Joe Brumbble (também conhecido como Big Joe Brumbble), um sujeito tão desconfiado que não dava as costas a ninguém e, por isso, andava pelas ruas girando, rodopiando constantemente.
Foi então que Josef, o Anão, decide fazer uma ode a seu pâncreas, a quem chama carinhosamente de "Franklin Delano Roosevelt". A ode torna-se um sucesso instantâneo, e Josef é convidado para uma festa no Sindicato dos Produtores de Bibelô, onde bebe, faz um discurso, vira o centro das atenções, e faz amor com três mulheres, tudo isso em sete minutos.
Neste momento, percebe que sua alma está saíndo de seu corpo para fazer uma chamada telefônica. Dez minutos depois, é preso pela Interpol, pelo fato de sua obra "Ode à Franklin Delano Roosevelt, Meu Pâncreas" ser um plágio de "Ode à Winston Churchill, Meu Duodeno", publicado duas semanas antes pelo Rabino Zevin. Este processa Josef, que é condenado a pagar setecentos milhões de dólares ao Rabino e obrigado a usar suspensórios no Dia do Trabalho.
Josef se recusa a usar suspensórios, por "deixar a impressão que tenho 62 centímetros, e não 65", e é levado para a Prisão de Greb, em Zagreb. Lá conhece Ti Ma, um chinês que se veste de esquilo para não ser mais confundido com Mao Tse-Tung.
Treze segundos depois, Josef descobre que Ti Ma é seu irmão, e chora copiosamente como uma ovelha. Quatro minutos depois, Ti Ma morre de tifo. Utilizando apenas suas mãos e os conhecimentos adquiridos na Universidad Autónoma de Cochabamba, Josef faz uma cirurgia para ressuscitar seu irmão. Em quinze minutos de procedimentos cirúrgicos, Josef profere vida a seu irmão e cura sua lordose. Ti Ma levanta, prepara-se para fazer um discurso, porém é mordido por uma doninha, cai, e morre. A habilidade de Josef é reconhecida e ele é levado ao encontro do grão-vizir de Zagreb para acompanhá-lo em uma pescaria de atum.
Então disse o grão-vizir a Josef, "estive pensando em como minha vida seria diferente se eu tivesse nascido um dia antes do dia que nasci". Em um momento de sublime inspiração, Josef proferiu que "pouca coisa mudaria, a não ser o fato de que você teria feito essa mesma pergunta ontem". Libertado pelo grão-vizir por sua sabedoria, o Anão vai ao supermercado comprar tubérculos, e lá encontra John C. Willow, o homem que venceu o Prêmio Nobel da Paz após matar seus quatro concorrentes.
Willow confunde Josef com um pernil assado, coloca-o dentro de uma caixa de isopor e começa a correr em grande velocidade pela calçada, derrubando todos que encontra em seu caminho. Aproveitando-se de um breve momento de distração de John C., Josef salta da caixa, caindo dentro de um cesto de vime de uma mulher africana que colhia figos. No meio das frutas, o Anão tem um insight, levanta-se e proclama ao povo: "A verdade é a fortaleza dos inocentes!". Todas as pessoas param instantaneamente, inclusive o trânsito e todos os sons da cidade. Lentamente, começam a aplaudir, uníssonos, ao mesmo tempo que surge uma fanfarra. Josef é erguido aos braços da multidão, ganha a chave da cidade, e é nomeado como Mulá de uma religião xiíta ortodoxa.
Assustado, Josef percorre a planície do Cáucaso por 6 dias e 6 noites, e então encontra um sujeito que lhe faria uma revelação bombástica, se estivesse sóbrio. Janko Milaszkiewicz, um polonês desempregado, mantinha sua funções vitais ativas com a ingestão de leguminosas que ele próprio plantava em seu jardim hidropônico. Vivendo sozinho desde 1917, Janko nunca foi popular, e os poucos amigos o abandonaram ao descobrir que ele possuia dez dedos nos pés, sendo nove dedos no pé esquerdo e um no pé direito. Discreto, muitas vezes incógnito, caminhava rumo ao anonimato total. A única felicidade do polaco consistia em conversar com Puppy, uma fuinha maltesa. A diminuta criatura lhe transmitia carinho e confiança, ao mesmo tempo que cozinhava e anotava os recados. Após uma troca de olhares, Josef repudia a fuinha, cospe ao chão, e decide fazer do objetivo de sua vida a extinção de todos os animais do filo dos Chordata. Então Josef desafia Janko a um duelo que custaria a vida de um dos envolvidos na balbúrdia.
Janko afaga Puppy, sua fuinha maltesa, e após cantar "The Candy Man", atira com um estilingue em Josef, que desvia e comemora como se fosse um gol. Transtornado, o polonês se recolhe no canto da sala em posição fetal, ao mesmo tempo que Josef imita um quero-quero. Então uma revoada de patos migratórios invade o recinto, dispostos em V, capturam Puppy, e somem no horizonte em câmera lenta. Janko se aproxima de Josef e pede para ser sacrificado. O Anão apalpa sua cútis e declama: "Ninguém pode ser sábio com o estômago vazio". Miguel de Unamumo entra no ambiente, reclama por ter perdido a consulta no periodontista, e foge. Minutos depois, Janko é levado pela Companhia das Índias Ocidentais, em troca de rum e melaço. Livre da ameaça hidropônica, Josef segue livre seu caminho em busca de alcaparras, mas cai em um vórtice do espaço-tempo e é jogado no ano de 1327, onde decide abrir uma padaria de pães artesanais em sociedade com Sean Connery.
Enquanto a padaria seguia rumo à bancarrota, Josef divertia os locais com seus intrigantes passos de Lambada Escandinava. O ritmo frenético e contagiante fez com que Josef ficasse famoso da Prússia até o Reino Ostrogodo. Contaminado pelo ciúme, Sean Connery decide eliminar Josef utilizando uma broa envenenada, forjada meses antes para tal intento. Josef aceita a broa com júbilo, sorri, e ao aproximar seu maxilar da mortífera massa fermentada, Connery se arrepende, e gritando em câmera lenta, se arremessa na direção do Anão, que rola e cai ao solo, ao lado do quitute da morte. O escocês conta a verdade a Josef, que afaga a face de seu quase-executor, e o perdoa, declamando: "Poupe seus ovos e serás um grande galináceo". Sean Connery, em êxtase, ergue o Anão como um troféu e em seguida o abraça carinhosamente por 19 minutos, mantendo-se em catarse por tempo indefinido. A fama de benevolente de Josef se espalha com a ventania e dois dias depois ele é eleito Papa. Porém, o destino de Josef e, quiçá, de toda a humanidade, estaria nas mãos daquele que sabia tanto sobre sua importância para o mundo quanto um brócolis sabe sobre a história da União Soviética: Sr. Rufus Donato.
Sr. Rufus Donato estava satisfeito em seu cubo, ao qual denominou sabiamente de "cubo". A frustração por descobrir que a União Soviética ainda não havia sido criada em 1327, aliada ao fato do Trópico de Câncer se localizar no hemisfério norte, tornaram o Sr. Rufus Donato tão amargo quanto Robert De Niro em "Taxi Driver". Quando descobriu que Josef fora proclamado Papa, Sr. Donato pensou, enquanto roía obsessivamente as unhas do pé, que o Anão poderia evocar um movimento tectônico e criar a União Soviética. Partiu imediatamente à caça de Josef, não sem antes tropeçar nos pedaços de unha cuspidos no chão. O andar do Sr. Rufus, que a cada três pulinhos exclamava 'plim!' e sacudia os chocalhos costurados nos bolsos do seu paletó, chamou a atenção de todos do vilarejo, que taparam os olhos com a mão esquerda, fazendo com que Sean Connery despertasse de sua catarse cheio de flunfas em seu umbigo.
Exatamente ao mesmo tempo em que Josef vencia um duelo de rappers contra o Coral Grego de Canto Gregoriano, Sr. Rufus Donato corria em espantosa velocidade pelas ruas medievais, guiado por doze bilhões de vespas africanas, atrás dos rastros do Anão, seu suposto salvador. Porém, quando alcançou a velocidade mítica de 27 nós, tropeçou em Santo Agostinho, que ensaiava para um papel mediano em Procurando Nemo. Ouvindo a algazarra formar-se no vilarejo, Josef sai à varanda, e mais que automaticamente seu olhar se encontra com o olhar de Sr. Rufus Donato. E foi então que o mundo parou.
Eis que chega o momento de Josef revelar parte do segredo de sua felicidade. Do horizonte surge um urso panda de 120 metros chamado Chu, que corre ao encontro de seu satisfeito proprietário. Chu é uma entidade cativante, que acha todas as pessoas legais, e não pára de repetir que precisa de amor. Sem proferir uma palavra sequer, e fazendo um leve movimento com a cabeça, Josef manda Chu ao encontro do Sr. Rufus Donato, que, extasiado, começa a correr em círculos em volta de seus próprios cotovelos, e instantaneamente adota Chu oferecendo seu amor incondicional. Por maior que possa parecer, o amor do Sr. Rufus Donato não era suficiente para suprir a carência afetiva de Chu, que se transforma em um artefato inanimado. Chu, sugando todo o amor medieval do condado, cria um vórtice que leva todo o vilarejo para a remota Normandia, em 1066, no instante em que Haroldo III da Noruega invade a Inglaterra com a ajuda de Tostig Godwinson, ex-Conde da Nortúmbria e irmão renegado de Haroldo II, expulso da corte depois de tropeçar e cair em público.
Atordoado, Josef aproxima-se de um castelo, e sua única entrada está guardada por hunos truculentos que só o deixarão entrar se ele se chamar Douglas. Afortunadamente, aproxima-se dos portões do castelo uma multidão carregando uma faixa com os dizeres "XVII Convenção Anual dos Douglas". Josef se entranha em meio aos Douglas e consegue entrar, de ceroulas, mas é flagrado cantarolando "Assim Falava Zaratustra" durante a execução do hino normandio. O Anão alega tratar-se da canção-tema da "Pequena Sereia", e começa a dançar charleston com grande desenvoltura, mesmo amarrado como um cordeiro. Surge então o gerente do castelo, um homem com tanto poder que possui a alcunha de faraó grão-czar. Ele parece apreciar a agilidade de Josef, mas se distrai com duas pombinhas, e Josef é encaminhado ao calabouço, onde conhece Nietzsche, que está lá por não saber soletrar seu próprio nome.
E de um fosso no fundo do castelo, ao som de "Doze milhões de pulgas estão me carregando", grande sucesso da época, emerge um trono. Neste trono está sentado um homem minúsculo, que carrega como vestimenta seu crachá desproporcional com seu cargo gravado: "Faraó Grão-Czar - FGC". Cinco estagiários o ajudam a levantar sua micro-cabeça, que fica sempre baixa devido ao peso do cordão do crachá. Os estagiários acabam se confundindo e levantando os braços e as pernas de FGC, criando um estranho balé. Josef não suporta a idéia de comer pratos temperados com cominho todas as manhãs, e, com o punho erguido, declara a independência da Caxemira. Inexplicavelmente, Nietzsche começa a brigar consigo mesmo, atraindo a atenção de FGC, dos guardas e dos estagiários, deixando livre a passagem de Josef para a liberdade.
Josef se esquiva dos guardas e, tal como um saltador mexicano de penhascos, se atira ao mar, onde começa a fazer movimentos de golfinho, chegando desta forma no Estreito de Bering em seis minutos. A ginga frenética do Grande Anão causa um enorme atrito entre seu diminuto corpo e as moléculas da água do mar, tornando aquele pequeno espaço de oceano em um colapsal redemoinho do tempo, levando Josef e 20 milhões de litros de água salgada diretamente ao centro de Tebas, 297 a.C., onde o Anão conquistaria os corações e as mentes dos nativos, assim que todos se secassem.
No momento seguinte à hecatombe oceânica, uma pequena multidão viu Josef emergir do recém-formado lago e automaticamente ser reconhecido como Poseidon, o Rei dos Mares. O povo ateniense o saudava e ele foi levado ao encontro dos sábios da época, onde conheceu Sólon, o grande legislador, que tentava criar uma nova espécie de pepinos, e Mulipas, o agrimensor, que tinha acabado de descobrir que a Terra era em forma de G. Do outro lado da pólis, Josef, enquanto Poseidon, fora convidado para entregar a medalha de ouro no decatlo para o herói Aquiles, mas nota a extrema semelhança entre o atleta e Janko Milaszkiewicz, o polonês desempregado. Ressabiado, Josef simula estar maltratando uma fuinha, o que faz com que Aquiles perca o controle e revele-se como o Senador Republicano Greg Bingaman, de Idaho.
:: Diôdio do Moinho 9/4/2006 [+] ::
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