Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho) nasceu no dia 15/08/1985 em Curitiba e é estudante de jornalismo. Leonino, ele despreza hipócritas e ama seu país: "Meu maior orgulho é o de ser brasileiro", afirma.
Tenho algo a declarar. Mais uma vez o Blogger.com.br tá pisando feio na bola!!! Agora foi a vez de tirarem o do ar o Blog do Nanon! Puta que pariuuuuu, VCS DO BLOGGER DEVIAM É PAGAR PARA HOSPEDAREM UM BLOG DAKELES!!! Esse tal de Blogger Man tá ficando cada dia mais imbecil, linka sites de florzinhas e mundo da fantasia. Ñ dá pra acreditar... Quem saiu perdendo nessa foi mais o próprio blogger do q qq otra pessoa, pois o Nanon pode usar qualquer outro servidor. OTÁRIOS!!!!
Enquanto ifo, no Paláfio do Planalto, um novo ficlone furge.
TIRE A ROUPA, VOU EXAMINAR A FUNDO Nussa, nunca pensei que um dia ia virar médico. Você já deve tar puto aí: "Puta merda! O Diôdio ficou biruta de vez!"; "Quem precisa de um médico é ele. Dum Psiquiatra, isso sim!". Calma, calma, eu explico. É que uma equipe de doutores teve uma baixa em seu time e eles pediram para que eu entrasse. Fui escalado para seu consultório. Não fiquei louco não, é o Consultório do Humor.
O CH é um blog já bem conhecido e grande. A parada é poderosa mesmo, já possui mais de 80.000 visitas e chega a passar das mil por dia. A partir de hoje meus trabalhos (essas merdas que posto geralmente aki) também poderão ser vistos por lá. Após ser procurado pelo Dr Xerox (gente fina pra kramba), administrador de lá, aceitei o desafio. Fiquei muito feliz honrado pelo convite. Agora, além do Fala Diôdio e o também poderoso Pato de Laranja (onde tento enviar pelo menos uma ilustração por semana), estou lá no CH tirando a sua roupa e brincando de médico no Consultório do Humor. Façam sua consulta!. ENTREM LÁ PUTADA, É SÓ CLICAR NO DR DIÔDIO!!!
Para quem quiser publicar minhas imagens, elas são livres para todos os Blogs e sites pessoais que se interessarem, fiquem a vontade; só peço que mantenha a autoria e ceda a fonte. Apesar de não ter grandes pretensões, se alguém de um site maior de comunicação e/ou arte, ou até mesmo algum meio impresso se interessar, favor entrar em contato!
só para lembrar que hoje é aniversário da minha cidade de nascença e onde até hoje estou vivendo. apesar dos nossos atuais manda-chuvas, EU CURTO CURITIBA PRA KRALHO!!!!
Como se tornar azul em Curitiba Fernando Koproski, da nova geração, trata da cidade em texto de prosa poética exclusivo para o Caderno G
Como dizer o que essa cidade me significa, escrever o que me torna azul em Curitiba? Seria fácil falar do descaso que há com as diversas formas de autenticidade chamadas amor, beleza ou verdade no que nos procura a poesia nessa cidade.
Seria fácil falar dos céus cinzas que me comprimem dia após dia, espécie de eterno e imperecível teto baixo a céu aberto que me inquieta e aquieta, pois às vezes parece ser o único a entender esse dicionário de distâncias e faltas que se chama tudo o que sinto.
Seria fácil falar das noites, do quanto aquela nada inédita mas ainda insubstituível premissa de morrer de vodka e de versos seria melhor e mais ampla do que aquela outra forma nada estratégica, a de morrer de tédio.
Sim, seria fácil falar que a ausência de mar seja provavelmente a principal responsável por nossa indiferença e individualismo acentuado, talvez a principal suspeita por nossa solidariedade cariada. Sim, seria fácil usar como álibi a ausência de mar dessa cidade como forma de justificar a ausência de céu em nosso mar interior.
Seria bem fácil usar a cômoda e habitual rispidez cinza disfarçada de ausência de mar como testemunha de acusação e de defesa para as usuais ulcerações que aqui acontecem no azul de dentro da gente.
Igualmente, seria fácil falar que apenas essa combinação, ou melhor, viciada simbiose entre a falta de mar e o já esperado excesso de céus cinzas, é quem nos dê a exata medida do que podem os azuis nessa cidade.
Porque há dias em que eles são, mais do que em qualquer outro lugar. Há dias em que esses azuis vêm e permanecem, apesar do desbotamento de alguns olhares, da indisfarçável chuva fina que move a inveja de alguns gestos e da ferrugem que se forma sutil sob o sorriso dos medíocres.
Porque os azuis de Curitiba pertencem às pessoas e não aos lugares, esses azuis permanecem nos poemas apesar de toda aquela timidez e humildade que é tanto impulso quanto espécie de doença crônica em nossos poetas mais autênticos.
Sim, seria fácil falar do azul que Leminski viu cheio de sede dos olhos de Helena, azul dessas manhãs que ninguém percebeu, mas era o mesmo azul das noites bebidas de um só trago naquela interminável rodada de noites de um certo Marcos Prado. Azuis que nos deixam de saideira páginas e mais páginas de tudo o que ainda não nos aprendeu a amar nessa cidade.
Sim, isso tudo seria fácil falar. Mas não agora. Curitiba apenas senta à minha frente e fica. Não precisa dizer mais nada. Um só olhar nesse seu olhar, e meus azuis mais precários se reconhecem. Agora sim, pode falar baixinho, que sou todo ouvidos. De silêncio em silêncio, quem sabe, a gente ainda significa.
Fernando Koproski, 31, é autor do recém-lançado livro de poemas Tudo Que Não Sei sobre o Amor, publicado pela Travessa dos Editores.
DOMINGÃO DA PAIXÃO Powrra! Esse ano a gente faz aniversário de 40 anos do Golpe de 64. Mesmo que você não curta história como eu, leia isso aqui. É lógico que a gente já sabia que os EUA que foram uns dos maiores responsáveis pelo golpe e nhé nhé nhé... Tá, mas catei uma reportagem muito tezão da Folha de São Paulo de hoje e tou colocando aqui um trexinho de uma das matérias que tem sobre esse fato brazuca quarentão. É um pouco de cultura pra gente, leia além disso, em qualquer jornal por aí que fale a respeito, sobre o tema. Dae a gente não fica tão alienado e bobo nas coisas que acontecem por ae!
Brasil e EUA evoluíram para "namoro" Documentos revelam ação de Médici e Nixon para barar esquerda no Uruguai; EUA têm amplo arquivo sobre o regime militar
Fernando Canzian
Um dos últimos coumentos liberados pelo governo dos Estados Unidos sobre o regime militar brasileiro revela a participação amerciana no Brasil não se limitou a monitorar a derrubada do governo de João Goulart, em 31 de março de 1964
O envolvimento entre os dois países evoluiu, nos anos seguintes, para uma realação de "namorados".
O termo foi usado pelo presidente militar brasileiro, Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), durante encontro que teve, em dezembro de 1971, com o então assenssor da Casa Branca para Assuntos de Segurança Nacional, Henry Kissinger.
Documentos do National Security Achives (NSA), uma das inúmeras fontes de informação nos EUA sobre o regime militar brasileito, revelam que Médici e o presidente americano Richard Nixon (1969-974) atuaram em conjunto - com uma participação menor da Argentina - para evitar a vitória da esquerda no Uruguai em 1971.
História Revelada ONGs, orgãos como o NSA e bibliotecas presidenciais nos EUA, como a de Lyndon Johnson (1963-1969)e a de John Fitgerald(1961-1963), guardam milhares de documentos sobre o regime militar no Brasil e sobre a participação americana na derrubada de João Goulart em 64 - o quetorna mais profícua a pesquisa sobre o período nos Estados Unidos do que no Brasil
Um diálogo gravado entre Johnson no dia 30 de março de 1964 mostra, por exemplo, que os EUA sabiam com alguma antecedência da ação que derrubaria Goulart no dia seguinte.
Na gravação Lyndon Johnson afirma: "Se explodir essa noite; com certeza você ficará sabendo amanhã de manhã", ao que Reddy responde: "Certo. Nesse caso, precisamos de uma ação oficial... Mas, se não explodir essa noite... acho que precisamos voltar ao planejado".
Segundo o escritor Michael Beachloss, autor do livro "Talking Charge: The Johnson White House Tapes, 1963-64", onde a conversa foi revelada em 1997, Johnson foi avisado pela CIA (o serviço secreto dos EUA) sobre a iminência do golpe.
Com aliberação de uma série de arquivos e gravação sobre o assunto nos últimos anos, esse pequeno específico pedaço da história brasileira está à vendo venda hoje nos EUA por US$ 5.
DOMINGÃO DO TRABALHÃO Quem gosta de falar de trabalho?? Sei lá... Também só sei que peguei isso aqui no O Globo pra mostrar que ninguém precisa ser formado em algo pra começar a trabalhar em uma área. Tipo assim, tem uma caralhada de gente que é jornalista mas não é formado. Tá certo que a maioria é incompetente (exemplo: Galvão Bueno), em compensação tem otros que são dos melhores (exemplo: Bóris Casoy). A gente tem que conhecer e gostar daquilo que faz. Dá pra fazer de um hobby algo lucrativo. Tipo esse dentista que virou pizzaiolo. Primeiro ele faz as pessoas estragarem os dentes com calabresa, depois trata no consultório, Rá Rá Rá! Zuera, mas os exemplos tão qui ó:
De "hobby" a profissão Isabel Kopschitz Jaleco de manhã, avental à noite. Um dentista que, depois de 16 anos de profissão, resolve abrir uma pizzaria. Problemas financeiros? Nada disso. Murilo Figueiredo de Abreu se apaixonou pela culinária, começou a cozinhar por hobby e, quando se deu conta, já tinha até sócio para o novo negócio. Que, aliás, hoje lhe rende tão bem quanto a profissão original.
O caso de Murilo, dono da pizzaria Stravaganze, em Botafogo, é muito mais comum do que se pensa. É gente que passa a exercer uma outra atividade em paralelo à carreira formal, meramente por gosto, mas acaba transformando-a numa segunda profissão.
Uma atividade bem diferente da original "Tudo começou quando um paciente me deu uma receita de moqueca de camarão. Depois de fazer o prato, nunca mais parei de cozinhar"-, conta Abreu, acrescentando que, a partir dali, comprou livros de culinária, fez cursos e jantares para até 80 convidados, entre familiares e amigos, até que, há uns dois anos, a amizade com um chef de cozinha fez com que abrisse a Stravaganze.
Moema Aquino, consultora da Solução Recursos Humanos, diz que muitos profissionais investem em algum hobby para aliviar a tensão e acabam descobrindo que têm vocação para trabalhar naquele setor: "O interessante é que a satisfação da pessoa em desenvolver tal atividade ajuda, inclusive, a aumentar sua produtividade."
Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-Brasil, associação internacional para prevenção e tratamento do estresse, os profissionais costumam, inclusive, procurar atividades paralelas que exijam habilidades completamente diferentes das que utilizam em sua carreira.
Como a professora de educação física Ana Beatriz Wagner de Vasconcellos, que conta que começou a fazer bijuterias como forma de terapia e atualmente ganha quase o dobro do salário que recebe de uma das academias em que trabalha:
- Eu usava as peças que eu fazia, até que as pessoas começaram a me pedir para fazer para elas. No início, eu tinha vergonha de cobrar, mas depois vi que esse era um caminho natural e acabei me estruturando para esse pequeno negócio.
Além da harmonia, o que faz com que os hobbies dêem certo e até virem profissão, explica Moema, é que eles permitem maior segurança e tranqüilidade a quem os pratica, porque não estão atrelados a salário:
- As empresas descobriram que a produtividade do funcionário cresce, quando ele exerce uma atividade que lhe dê prazer, e desenvolvem programas de incentivo a hobbies .
Mudança não tem época para ocorrer Mas, ressalta Moema, quando a nova atividade dá muito certo, a tendência do profissional é migrar. E não necessariamente em início de carreira. Como aconteceu com a professora de matemática Regina Righi, que deu aula por 26 anos até que se apaixonou pela tecelagem manual e acabou fundando, em 1997, a cooperativa "Nós da Trama".
"De certa forma, não abandonei a matemática", diz Regina, que inclui nos módulos dos cursos profissionalizantes de artesanato que ministra, pelo Sebrae, noções de métrica, preços e mercado.
Gostar não basta: é preciso conhecer a nova área Não basta gostar do que se faz. Os novos empreendedores devem ter, acima de tudo, conhecimento sobre a nova área. Isto é, dizem consultores, precisam estar devidamente informados sobre consumidores, fornecedores e concorrentes.
"Apenas aptidão não sustenta negócio algum, tanto formal quanto informal", alerta Patrícia Almeida, coordenadora de projetos de Educação Empreendedora do Sebrae/RJ, lembrando que 70% das empresas brasileiras fecham no segundo ano de existência.
Um exemplo de quem conhece bem a área em que atua são os surfistas cariocas Ricardo Baerlein Lima, o Bocão, de 49 anos, e Ricardo Fontes de Souza, o Rico, de 51. Empresários de sucesso, eles comandam negócios afins ao surfe.
Profissionais liberais teriam mais chances de sucesso "Além de ter iniciativa, persistência e saber calcular os riscos, o novo empreendedor deve estabelecer metas para curto, médio e longo prazos, até para poder expandir o negócio", acentua a coordenadora do Sebrae/RJ.
É o caso do dentista Murilo Figueiredo de Abreu, que já se prepara para abrir outro restaurante, em Ipanema.
- E o irônico é que meu sócio nesta nova filial será um médico, que também adora culinária -, diverte-se.
De olho nas oportunidades que estão surgindo, a professora de educação física Bia Wagner já traça metas para ampliar sua atuação no mercado de bijuterias. Ela pretende vendê-las para grifes de roupas femininas:
- Pelo menos as vendedoras já me conhecem e compram comigo. Se tudo der certo, eu vou precisar de mais duas ou três pessoas para trabalhar comigo.
A versatilidade de Bia e Murilo não surpreende o gerente da Michael Page no Rio de Janeiro, Roberto Machado. Para ele, a experiência de exercer duas profissões, em paralelo, é mais indicada mesmo para profissionais liberais. Machado ressalta que, nestes casos, as chances de sucesso são maiores, devido à maior flexibilidade de tempo:
- Eles têm mais facilidade para fazer sua agenda e têm a vantagem de equilibrar as finanças, porque passam a contar com uma nova fonte de renda. Ficam com uma garantia a mais para o caso de as coisas não irem bem na profissão original.
essa porra mau desenhada foi feita há mais de um mês atrás. dah pra perceber q foi com a mão tremendo de raiva. baseada em fatos reais. agora preciso é arrumar um nome pra esse praga...
Diôdio em Crise A maioria das pessoas são um bando de filhas da puta. A maior diversão delas é estuprar a minha alma. Como dizia aquele cara: "o homem nasce bom, a sociedade o corrompe". Talvez ele esteja certo, talvez não. Esses e essas filhas da puta me fazem um monte de vezes um mau dos infernos, eu até penso em virar um lazarento também. Idéias e filhas da putagem rodam minha cabeça; só que o imbecil do Diôdio nunca as põe na prática. Na minha insana e interna consciência o bem sempre acaba vencendo o mau. E quem sai perdendo com isso?? Logicamente, o próprio imbecil do Diôdio Do Moinho. Mas tomara que um dia isso estoure! Tomara também que um dia eu ache alguém realmente da minha espécie! Daí eu vou criar minha próle, montar um exército e fazer chover brasa na cabeça dos capetas. Serei o Diabo mais justo de todos...
Karaaaaiiiiiiii!!!! Foi foda fazer essa, mas ficou a Chargem (charge com montagem) mais cabeça já feita pelo Diôdio! Aproveita aí o mais novo artista espanhol, o Landasso, o Picaladen, o Binasso, ou como você queira chamar a guerra pós-moderna que estamos encarando.
DOMINGÃO DO SEXÃO II O que eu não faço por você, eim visitante? Tou aqui numa ressaca das mais violentas, dormi só umas horinhas (não consigo mais) e já tou me arrastando pra atualizar essa geringonça. O fato é que os Balrogs chapamos (é certo escrever assim, tá?) o coco geral na BALZZADA de sábado, como sempre, lá na 'Toca do Moisa'. Já chamei o Hugo altas vezes, parei porque senão ele já ia levar minha conciência embora (e desde quando eu tenho conciência?? hauahauhauahua)
Bom, desde que recomeçaram as aulas, essa foi a primeira matéria que fiz com meus caros colegas. Fomos apavorar lá no Sex-Shop. Mas o grande Clímax é a matéria de apoio (A primeira vez de Ronaldo...), onde a gente meteu (uh!) um alto teor de realismo nas palavras. Resultado?? O profe curtiu, ganhou um apitinho em forma de pênis, se cagou de rir e a matéria tá com grandes chances de sair no próximo jornal LONA. Só acho que a gente podia ter explorado um pouco mais o primeiro texto, mas o tempo foi curto e isso não comproMETEU (uh!). É com grande prazer e com um puta gosto de vômito na boca que jogo esse lixo pra você...
Uma visita ao sex-shop Segundo proprietária, sex-shops auxiliam clientes em sua vida sexual e estão longe de serem lojas promíscuas
Por André Ricardo Guenzen; Fernando Rudnick e Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho)
Quem nunca passou por um sex-shop, olhou, ameaçou entrar, mas na hora H, por vergonha ou receio não entrou? Pois essa situação é muito comum, mas pouca gente sabe que além de produtos picantes, os sex-shops também ajudam seus clientes a tirarem dúvidas sobre sexo .
"Atuamos como conselheiros, psicólogos e também amigos", diz Terezinha Refati, proprietária há 5 anos do sex-shop Delírious, no bairro Vila Isabel, em Curitiba. Segundo ela algumas pessoas visitam a loja e não compram nada, mas esclarecem suas dúvidas e depois voltam para agradecer e acabam comprando algo. Ela também diz que muitos dos problemas dos seus clientes são psicológicos e que não é o produto em si que vai solucioná-los. "Eles podem ajudar, mas se a pessoa não estiver calma e relaxada eles não vão fazer efeito", conta.
Os freqüentadores dos sex-shops são tanto homens quanto mulheres e de todas as faixas etárias. "Desde jovens maiores de 18 até idosos, com mais de 60 anos", conta Terezinha. "O público homossexual não procura muito a loja", completa.
Dentre os mais de 1000 itens vendidos na loja, os que mais saem são géis lubrificantes, fantasias e acessórios. As vendas aumentam perto do período de festas, e também para os amigos secretos. Também há muitos presentes de "sacanagem", como uma cueca de elefante, bonecos que dançam e até forma para bolo no formato de pênis.
Quem tem vontade de visitar o sex-shop mas tem vergonha deve seguir o exemplo da própria proprietária da loja: "Com certeza depois da loja fiquei bem menos tímida e aprendi muito mais sobre sexo", diz. "Muitas pessoas acham que os sex-shops são agressivos e tem a ver com promiscuidade, mas não tem nada disso. Muita gente melhora a relação com a nossa ajuda", termina Refati.
A primeira vez de Ronaldo... Além das já conhecidas sex-shops, existe outra chamativa atração nos grandes centros urbanos. Tratam-se das "cabines eróticas", onde a pessoa paga por um determinado tempo para assistir a alguns filmes pornográficos. Enquanto isso pode masturbar-se à vontade.
A convite da equipe de reportagem, o estudante Ronaldo, 18, mais conhecidos por seus amigos como MK foi testar a máquina e fazer uma série de depoimentos. A caminho do local o estudante se mostrava bastante tranqüilo e com bastante humor. "Viu o que eu não faço por vocês, ainda não acredito que estou indo fazer isso", afirma.
Com a proximidade do local o rapaz foi ficando um pouco nervoso, mas mesmo assim encarou a cabine por 7 minutos. "Tá loco, não consegui nem ficar de pau duro, o cara da cabine ao lado não parava de gemer e quando eu fui trocar de canal para ver os filmes disponíveis estava passando um filme de duas bichas e um de uma mulher dando pra um cachorro", revela o estudante que saiu da cabine com uma feição horrível, logo ascendendo um cigarro e procurando desesperadamente uma torneira para poder lavar às mãos. Mesmo assim ele fez questão de cumprimentar um a um os jornalistas.
As reclamações do rapaz não pararam por aí. Segundo ele a cabine é muito abafada e apertada, além de dar nojo de ter que tocar na maçaneta para abrir a porta: "Caramba, tive que por minha mão naquela maçaneta, tomara que eu não pegue nenhuma doença", diverte-se o garoto que enquanto estava dentro da cabine ouviu um rapaz alugar uma cabine por trinta minutos. "Tá loco, não agüentei ficar sete (minutos) e o cara quer ficar meia hora, deve estar muito necessitado", comenta o garoto que na volta para casa encontrou um amigo na rua e fez questão de fazer um carinho no rosto do azarado amigo, que não sabia que aquelas mãos ainda não haviam sido lavadas.
Perguntado se pretende repetir a experiência o estudante foi enfático: "Não, nunca mais, bem mais sossegado ficar em casa e se masturbar vendo um filme que eu baixo na Internet", revela o bem humorado Ronaldo.
HAHAHEHEHIHIHOHOHUHU!!!! Isso aki a minha amiga Bianca me mandou por e-mail. Valeu guria, te adoru mto, temo q se falar maaaais.
Esse povo da administração blogger são uns filhos da puta. Talvez seja coincidência, mas acho que estão tirando uma caralhada de bloggers do ar. Pelo menos uns 3 ou 4 que visitava foram "despatriados" não sei o porque. O melhor da internet hoje é feito pelos blogs de todo o mundo. Eles não são apenas coisas como: "Querido diário, hoje fiquei com 3 peás na festa da Filomena...". Milhões de pessoas contam com essas páginas para expor suas idéias e criatividade. Não tou muito disposto a meter o pau e escrever um texto hoje, mas digo que varrendo blogs do ar a Globo tá fazendo uma sacanagem (uh!) e uma cagada imensa...
Saudades de um camarada Nussa... Voltei da universidade e fui descansar quando tive essa idéia de Chargem. Anotei em um papelzinho já que o almoço tava pronto. Almocei e morto de cansado durmi umas duas horas mais ou menos. Foda que quando acordo lembro que tinha mais uma caralhadinha de coisas pra fazer. Depois de fazer tudinho arranjei algum tempo pra fazer a tal da Chargem e me dei conta de que a cerveja tinha acabado na geladeira. Quase não tenho mais tempo pro meu amigo Ócio. Assim não dá! Vou fazer que nem a Polícia Federal, vou entrar em greve. Ou melhor...
DOMINGÃO DO RAQUETÃO Pra não dizer que nunca falei de esportes, vamos mostrar isso por aqui. Não vou fazer lição de moral à lá Galvão Bueno, mandando praticar esportes porque também tenho andado meio sedentário e preguiçoso nesse ponto nos últimos meses (cagada minha, mas fazer o que??), seria hipocrisia. Mas é legal ver que tem gente se dando bem com isso, mostrando que é uma forma de vida. Deve ser mó fodis ter patriocinio para os chamados ''esportes amadores". Mas mesmo sem apoio tem gente crescendo, se desdobrando e dando exemplo pra piazada (principalmente pobre) que sonha ser alguém na vida, longe da mutretas cotidianas. Tá aí uma coisa legal: Brasil campeão de Tênis de Mesa.
Brasil é campeão no Qatar e está na elite Esporte na Globo DOHA, QATAR - A equipe brasileira de tênis de mesa conquistou na manhã deste sábado no Qatar o título da segunda divisão do Campeonato Mundial, e, com isso, passa a integrar a elite da modalidade. Na decisão, o Brasil venceu a Eslováquia por 3 a 2, num confronto emocionante.
Os brasileiros foram representados por Hugo Hoyama, Thiago Monteiro e Reinaldo Yamamoto. Para chegar à decisão, o trio precisou passar ainda por Ucrânia, Estados Unidos, Israel, Canadá e Nigéria. No primeiro dos cinco jogos da final, Hugo Hoyama venceu Peter Sereda por 3 a 0. Em seguida, Thiago Monteiro perdeu para Jaromir Truksa também por 3 a 0 e o placar ficou com um ponto para cada lado.
Os eslovacos pularam na frente com a vitória de Lubomir Pistej sobre Reinaldo Yamamoto por 3 a 0. Em seguida, Hoyama igualou novamente a disputa ao fazer 3 a 1 diante de Jaromir Truksa. No jogo decisivo, Thiago Monteiro marcou 3 a 2 contra Peter Sereda e garantiu o título para o Brasil.
- O que mais contou foi a garra, a determinação e a vontade de todos. Eu, felizmente, fiz a minha parte, garantindo dois pontos, e o Thiago venceu o ultimo jogo - disse Hoyama, já esperando a disputa da primeira divisão, daqui a quatro anos.
- Agora nós faremos parte da primeira divisão no próximo mundial de equipes, que será realizado em 2006 em Bremen, na Alemanha. Com certeza, foi um título para ficar marcado na história do tênis de mesa brasileiro. Agradeço a todos aqueles que torceram por nós - comemorou.