Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho) nasceu no dia 15/08/1985 em Curitiba e é estudante de jornalismo. Leonino, ele despreza hipócritas e ama seu país: "Meu maior orgulho é o de ser brasileiro", afirma.
BRASIL É CAMPEÃO DA COPA AMÉRICA ESTOU LANÇANDO UMA CAMPANHA: VAMOS COMEMORAR XINGANDO OS HERMANOS ARGENTINOS??? NÃO TEM NADA MELHOR!!!!! AJUDE, XINGUE, PARTICIPE:
VAMOS XINGAR OS ARGENTINOS PERDEDORES!!!!!! CLIQUE NESTE LINK: http://www.blogdir.com/foros/viewforum.php?f=5 DEPOIS É SÓ CLICAR EM ARGENTINOS PERDEDORES HIJOS DE PUTA ESCREVER E RESPONDER!!! É UM SITE D DOMINIO GRINGO!!!!! PASSE ESSA MENSAGEM PRA FRENTE!!!!!
VAMOS FAZER ISSO ANTES QUE TIREM NOSSO FORÚM DO AR
DOMINGÃO DA DECISÃO Óia, ispía... Que coisa mais bacana. Falando sobre "como encher cabeças de vento"!!! Não copiei a matéria inteira porque é muito grande, mas ela está na íntegra no site da Revista Amanhã.
Um psicólogo de Harvard disseca a mente dos grandes líderes da história e descobre que a arte da persuasão vai além do que pregavam os especialistas em oratória e neurolingüística
Andreas Müller A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as "técnicas ocultas" utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar as pessoas. Um psicólogo de Harvard disseca a mente dos grandes líderes da história e descobre que a arte da persuasão vai além do que pregavam os especialistas em oratória e neurolingüística mobilizar pessoas. Agora, um psicólogo norte-americano da mais alta patente promete revolucionar essa biblioteca com uma obra inovadora. Howard Gardner, um dos renomados pesquisadores da Universidade de Harvard, elaborou ao longo de uma década uma espécie de raio-x dos cérebros mais influentes da história. Da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher ao superCEO Jack Welch, Gardner analisou como essas personalidades "mudaram a cabeça" de outros indivíduos. O resultado da pesquisa deu origem ao livro Changing Minds "The Art and Science of Changing Our Own and Other People's Minds (na tradução literal, "Mudando Idéias: A Arte e Ciência de Mudar as Idéias Próprias e de Outras Pessoas"). Lançada no início deste ano, nos Estados Unidos, e ainda não publicada no Brasil, a obra comprova: ao contrário do que se imaginava, a ciência da persuasão vai muito além dos exercícios de oratória ou das nuances da linguagem corporal.
Até agora, acreditava-se que influenciar pessoas era uma habilidade comportamental, e não intelectual. Uma pesquisa bastante conhecida na área de programação neurolingüística, por exemplo, pregava que apenas 7% da comunicação interpessoal ocorre por meio das palavras. A entonação da voz responderia por 38% da mensagem, enquanto a postura corporal e as expressões do rosto transmitiriam nada menos do que 55% das informações captadas pelo cérebro humano. "Dizem que o cantor é mais importante do que a canção. Da mesma forma, quem fala é mais importante do que aquilo que está sendo falado", defende Lair Ribeiro, um dos maiores especialistas em neurolingüística do país. O estudo de Gardner refuta essa tese. O psicólogo descobriu que os líderes mais influentes do mundo expõem suas idéias de uma forma racional e sistemática e com uma estrutura de argumentação envolvente. Resumindo, as palavras têm muito mais importância no discurso persuasivo do que se pensava. "Na verdade, a mente processa e arquiva informações de diversas formas. Cada idéia que temos é representada ou por uma imagem, ou por um som ou por outros tipos de signos mentais", conta Gardner. Para mudar uma pessoa ou suas opiniões, portanto, é necessário remodelar essas roupagens que a mente dá a cada idéia. "E isso pode ser feito de várias maneiras. Inclusive conversando", garante Gardner, em entrevista exclusiva a AMANHÃ.
Não que a neurolingüística esteja ultrapassada. Gardner está simplesmente cobrindo uma antiga lacuna da ciência da persuasão. De quebra, está ajudando a desvendar por que algumas pessoas conseguem mover multidões com o dom da palavra. "Hoje, provocar mudanças é uma habilidade obrigatória para qualquer líder", percebe o professor Oren Harari, especialista em gestão estratégica da Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos. Na atual dinâmica da economia global, explica ele, as empresas são obrigadas a estar sempre em compasso de transição. "Imitar se tornou algo muito fácil, especialmente em mercados emergentes como o Brasil e a China. Por mais moderno que seja, qualquer serviço ou tecnologia corre o risco de ser copiado", defende Harari a AMANHÃ. Nesse cenário, mudar constantemente (de mercados, tecnologias, sistemas de gestão etc) é a única proteção que as companhias têm contra a ameaça da commoditização.
O problema é que raramente as pessoas estão preparadas para mudar na velocidade que o mundo dos negócios exige. Pelo contrário: por natureza, a mente humana prefere as mordomias da estabilidade às incertezas da mudança. De acordo com o psicólogo José Ernesto Bologna, os indivíduos geralmente criam uma fixação por hábitos e comportamentos que se mostraram eficazes no passado. "Uma das características do psiquismo é a tendência à repetição", define Bologna, que também é diretor da consultoria Ethos Desenvolvimento Humano e Organizacional. Essa tendência à acomodação é uma verdadeira dor de cabeça para os executivos e empresários que tentam implantar novos paradigmas em suas companhias. Sem a devida preparação, dificilmente eles conseguem contornar as resistências e levar seus projetos adiante. "Influenciar pessoas está cada vez mais difícil", diagnostica o médico Nelson Spritzer, especialista em programação neurolingüística e diretor do Grupo DolphinTech, em Porto Alegre. "No ímpeto de fazer as coisas acontecerem com rapidez, alguns líderes empresariais tentam persuadir seus empregados de maneira grosseira, à base de autoritarismo. Surgem conflitos, tensões... E aí é que a iniciativa não vinga mesmo", descreve ele.
Para Howard Gardner, a resistência às mudanças é resultado do próprio amadurecimento da mente humana ainda que isso soe um tanto paradoxal. Durante a infância, diz ele, as pessoas facilmente trocam de conceitos, opiniões e atitudes. "Às vezes, fazem isso até voluntariamente", observa. "Entretanto, na medida em que envelhecemos e nossas conexões cerebrais se consolidam, a mudança se torna mais difícil", pondera. Para ele, há três fatores que determinam o grau de 'teimosia' do cérebro: a idade, o envolvimento emocional e a exposição pública do indivíduo. "Quanto mais velhos ficamos, menor é nossa tolerância ao novo. Da mesma forma, se temos uma ligação afetiva muito forte com uma ideologia, ou se precisamos zelar por uma posição pública, dificilmente assimilamos pontos de vista diferentes", exemplifica Gardner.
Sendo assim, por que alguns líderes conseguem, apesar de tudo, romper as barreiras naturais da mente e mudar as pessoas? Em síntese, pode-se dizer que eles têm um talento inato para "dialogar" com o cérebro dos outros. É como se esses indivíduos conhecessem os caminhos que a informação percorre até ser processada e arquivada na memória e, assim, pegassem um atalho. Não por acaso, Gardner concluiu em sua pesquisa que a estrutura da linguagem persuasiva é geralmente a mesma, seja qual for a situação ou o assunto em pauta. Na prática, isso significa que tanto grandes empresários como políticos, artistas, músicos e outras personalidades influentes organizam e comunicam suas mensagens de um jeito parecido. Em seu livro, Gardner identifica as sete características em comum que potencializam o discurso persuasivo. O autor chama essas características de "vetores da mudança" (change levers), e garante: qualquer pessoa que souber manejá-los tem potencial para se tornar mais influente.
DOMINGÃO DA ABSOLVIÇÃO Esta reportagem, texto, matéria ou coisa, sei lá eu saiu na Gazeta do Povo de quinta-feira, 15 de julho. Para acessar o site clique aqui.
Homem que teria abusado de amigo durante bacanal é absolvido Justiça decide que orgia também deve ter regras Quem participa de sexo grupal não pode reclamar do que acontecer
Brasília - A sentença é insólita e inédita. O Tribunal de Justiça de Goiás decidiu que o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo passivo, não pode declarar-se vítima de crime de atentado violento ao pudor. O acórdão do TJ de Goiás, publicado no dia 6, é um puxão de orelhas no autor da ação que reclamava da conduta de um amigo.
Luziano Costa da Silva acusou o amigo José Roberto de Oliveira de ter praticado contra ele "ato libidinoso diverso da conjunção carnal". Silva alegou que, como estava bêbado, não pôde se defender. Por meio do Ministério Público, recorreu à Justiça. Mas o Tribunal concluiu que não há crime, já que a suposta vítima teria concordado em fazer sexo grupal
O acórdão dos desembargadores é categórico: "A prática de sexo grupal é ato que agride a moral e os bons costumes minimamente civilizados. Se o indivíduo, de forma voluntária e espontânea, participa de orgia promovida por amigos seus, não pode ao final do conturbérnio dizer-se vítima de atentado violento ao pudor. Quem procura satisfazer a volúpia sua ou de outrem, aderindo ao desregramento de um bacanal, submete-se conscientemente a desempenhar o papel de sujeito ativo ou passivo, tal é a a inexistência de moralidade e recto neste tipo de confraternização".
Para o Tribunal de Justiça do estado, quem participa do sexo grupal já pode imaginar o que está por vir e não tem o direito de se indignar depois. "(...) não pode dizer-se vítima de atentado violento ao pudor aquele que ao fim da orgia viu-se alvo passivo de ato sexual", concluíram os desembargadores.
Segundo o inquérito policial, no dia 11 de agosto de 2003, após ter embriagado Silva, Oliveira teria abusado sexualmente do amigo. Em seguida, teria levado o amigo e sua própria mulher, Ednair Alves de Assis, a uma construção no Parque Las Vegas, em Bela Vista de Goiás. Lá, teria obrigado a mulher e o amigo a tirar suas roupas e a manter relações sexuais, alegando que queria "fazer uma suruba". Em seguida, Oliveira teria mais uma vez se aproveitado da embriaguez do amigo e praticado sexo anal com ele.
Oliveira foi absolvido por unanimidade pela 1.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás, que manteve a decisão da primeira instância. Segundo o relator do caso, desembargador Paulo Teles, as provas não foram suficientes para justificar uma condenação, pois limitaram-se a depoimentos de Silva e de sua mãe. Em seu depoimento, Ednair confirmou que Silva teria participado da orgia por livre e espontânea vontade.
Para o magistrado, todos do grupo estavam de acordo com a prática, a qual definiu como desavergonhada.
"A literatura profana que trata do assunto dá destaque especial ao despudor e desavergonhamento, porque durante a orgia consentida e protagonizada não se faz distinção de sexo, podendo cada partícipe ser sujeito ativo ou passivo durante o desempenho sexualmente entre parceiros e parceiras. Tudo de forma consentida e efusivamente festejada", esclareceu o relator.
(Transcrito de "O Globo")
Nhé... Fiz essa matéria agora pouco aqui no Jornal do Estado, em Curitiba. Tá bom, eu admito! Tou postando porque tou sem nada pra fazer e tá chovendo lá fora. Mas num reclame, tá em primeira mão procê no Fala Diôdio.
O PERIGO MORA EM CASA Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho) Parecia uma quinta-feira normal para Jéssica Estér. Ela foi visitar o avô, que morava próximo a sua casa, em Foz do Iguaçu. Quando tudo parecia bem, a pequena Jéssica, de apenas 7 anos, foi atacada e morta pelo cão de guarda da casa; um cachorro da raça rottweiller. A criança estava brincando no lote onde fica o canil do animal.
Segundo o cabo Paulo Otto, do Corpo de Bombeiros de Foz do Iguaçu, o canil onde o rottweiller mora é muito precário: "Provavelmente a menina pensou que o cachorro estava preso, mas quando ela entrou no lote o cão escapou e acabou pegando a criança", afirma. A garota sofreu mordidas em toda região da cabeça.
Apesar da ocorrência, o rottweiller já estaria acostumado com a criança. "Ela era neta, por isso o cão já conhecia a menina. Mas tem de se ter muito cuidado com este tipo de cachorro, ele deve ser adestrado e deve-se tomar todas as precauções possíveis", alerta Otto. Segundo o Corpo de Bombeiros de Foz, este foi o primeiro acidente com cachorro que provocou o óbito da vítima em 2004.
IML - Por incrível que pareça, o cachorro poderia ter feito mais vítimas. "Enquanto o IML estava fazendo a perícia no local, o cachorro escapou novamente do canil e tentou atacar o pessoal", conta o cabo Otto. Os médicos da perícia tiveram que correr e fechar o portão para escapar do rottweiller.
esses caras da televisão são todos uns inúteis mesmo
só falam bosta, trocam tudo por uma risadinha barata.
Mas, mesmo assim, se não fosse por esses malas o Garfield, provindo da 9ª arte (quadrinhos), nunca teria se tornado série e nunca teria sido importado pela 7ª arte (cinema). Eu não vi o filme, por isso peguei a sinopse do Cine Pop. O gato Garfield, o melhor animal das tirinhas em quadrinhos, (sim, eu acho Garfield mais divertido que o Snoppy) estréia nessa sexta em um cinema perto de você (puta merda que chavão publicitário eim).
Sinopse do site www.cinepop.com.br: A vida não poderia ser melhor para Garfield, o gato mais adorado do mundo. Afundado numa poltrona confortável em frente à TV, saboreando seu prato favorito, lasanha, e insultando o dono Jon, Garfield é o rei do seu universo.
Jon leva Garfield para uma visita à bela veterinária Liz Wilson e ela lhe entrega uma criaturinha alegre e ofegante abanando o rabo, que representa tudo o que Garfield detesta. Garfield conhece Odie, um adorável e não muito inteligente¿cão. Pela primeira vez em suas sete vidas o gato rabugento fica sem fala. Odie, que nem desconfia, persegue o próprio rabo até ficar tonto, choca-se contra as paredes e late sem motivo, encantando Jon, o leva para casa.
Odie vira a vida de Garfield de cabeça para baixo. A solução de Garfield: livrar-se do cachorro idiota. E então, quando o cachorrinho desaparece, capturado pelo malvado Happy Chapman, uma celebridade na cidade, imagina-se que Garfield ficará exultante. Acontece que Garfield sente-se responsável e, com uma energia surpreendente, coragem e generosidade, ele consegue sair de sua rotina preguiçosa e partir para a ação. Garfield se empenha na mais improvável das missões: salvar Odie.
nem tenho mais tanto tempo pra fazer aquelas tirinhas toscas. mas nem precisa, existem otras pessoas tem um pensamento meio parecidow; tipow o carinha do Malvados.com.br. menos trabalho pro Diôdio assim, os otros podem pensar por ele huahauhauahuah
DOMINGÃO DO CAVERNÃO UGA, BUGA, BUGA, UGA. Mim achar homem moderno estranho. Parecer ele querer viver no tempo das caverna. Certo ele está. Em tempo meu de Diôdio Das Cavernas nós comer melhor. Meteção noite e dia. Você chamar isso de poligamia, mim chamar de Espectrus Reprodutivus AiAi-UiUi Comoserbom!
Dieta contra a herança genética
Flávio H. Lino O dia foi cansativo, mas compensador. Os homens conseguiram, após andarem 15 km, matar um mastodonte, garantindo carne para todos. As mulheres voltaram à caverna carregadas de frutas e raízes silvestres recolhidos numa manhã do ano 50000 a.C.
Embora vivessem bem menos e estivessem mais expostos às intempéries, nossos ancestrais pré-históricos tinham pelo menos uma vantagem sobre nós "garante uma corrente da ciência" no distante Paleolítico: uma dieta mais apropriada a seus genes e a seu estilo de vida. Por conta disso, não são poucos os defensores da idéia de que o homem moderno deveria aprender com os hábitos alimentares de dezenas de milhares de anos atrás, antes de as inovações tecnológicas da civilização introduzirem em sua dieta alimentos desconhecidos de nossos antepassados.
A premissa básica por trás da tese é que nossos genes foram moldados ao longo de centenas de milhares de anos em que o modo de vida da espécie foi quase que exclusivamente o de caçadores- coletores errantes, que viviam do que a natureza lhes dava em estado selvagem. Nesse cardápio não entravam alimentos originados da agricultura e da pecuária, nem os modificados pela indústria. Assim, o organismo humano estaria preparado para a ingestão de uma comida diferente da disponível nas prateleiras dos mercados. Numa outra maneira de ver a questão, o homem foi caçador-coletor por cem mil gerações, agricultor por 500, vive num mundo industrial há dez, e apenas as duas últimas cresceram comendo fast-food altamente industrializada.
O nutrólogo Stanley Boyd Eaton, da Universidade de Emory, em Atlanta, nos EUA, uma das maiores autoridades em nutrição evolutiva, argumenta que nossos genes estão nos programando hoje da mesma forma como vêm fazendo há 40 mil anos, e que 99,99% deles se formaram antes do advento da agricultura dez mil anos atrás. Dessa forma, assegura, quanto mais comermos como nossos ancestrais do Paleolítico, menos suscetíveis estaremos às "doenças da civilização", como os males cardíacos, o câncer, o diabetes.
Segundo o médico Johannes Scholl, do Instituto de Medicina Preventiva de Rüdesheim, na Alemanha, uma das conseqüências de tal descompasso entre genes e dieta é que a resistência insulínica (nível de açúcar mais alto no sangue), uma vantagem evolutiva da raça humana, está se transformando numa desvantagem.
"No Paleolítico, as pessoas às vezes tinham de agüentar fome por dias, e quem melhor conseguia passar por esse desafio era quem tinha resistência insulínica porque o cérebro não pode trabalhar sem glicose. Tal tipo genético tinha uma vantagem de sobrevivência" explicou ele ao GLOBO. "Nossos genes são de 60 mil anos atrás, não mudaram, mas o ambiente, a nutrição e a quantidade de atividade física mudaram, por isso a resistência insulínica agora é desvantagem para quem não faz exercícios, causando diabetes, obesidade".
A defesa da dieta paleolítica, no entanto, está longe de ser unânime. Muitos cientistas põem tanta ênfase no estilo de vida quanto na alimentação como receita de uma vida melhor. Para o antropólogo biológico William Leonard, da Universidade do Noroeste, em Chicago, o Homo sapiens não nasceu para ter um tipo único de dieta e uma característica da espécie é justamente a ampla variedade dos alimentos que consome, do Ártico ao Deserto do Saara. Ele encara a capacidade de criar dietas adaptadas às nossas necessidades como um marco da evolução e num recente artigo na edição brasileira da revista "Scientific American" decretou: "O desafio agora é o balanceamento entre as calorias que consumimos e as que queimamos".
BRUNO E JULIANA, CASAL MUITO BACANA;
ESTÃO EM FESTA AGORA, POIS NASCEU A FILHA ANNA!! AOOOOW!! Esse post é pros meus amigos Bruno (Helman's) e Juliana que tiveram o nascimento de sua filhinha nesta segunda a noite!!! Falei com o Bruno agora, umas 9 e pouco e está tudo legal!!!! Anna Luísa é o nome do neném!!!! Nem sei o que dizer, só sei que quero do fundo do coração que vocês, Bruno e Ju, sejam muitooooooooooooo felizes!!!!!! Beijão pra Aninha!!!!!!
Mais de um milhão festejam Dia do Orgulho Gay com passeata em Madri
O Globo MADRI - O Dia Internacional do Orgulho Gay foi comemorado neste sábado em Madri numa grande passeata que percorreu as principais ruas da capital espanhola. Além da data, os integrantes aproveitaram para comemorar a promessa do governo espanhol de encaminhar ao Parlamento um projeto de lei que permite o casamento entre homossexuais.
Mais de um milhão de pessoas, segundo os organizadores, lotaram o centro de Madri na marcha cujo lema era "Agora sim". A festa foi encerrada com uma mensagem solidária da vice-presidente María Teresa Fernández de la Vega a favor da luta dos direitos coletivos dos gays e lésbicas. Exibida num telão gigante, a mensagem também parabenizava os manifestantes por terem conseguido fazer com que uma "sociedade preconceituosa se tornasse mais tolerante".
Fernández de la Vega reinterou o compromisso do governo de apresentar em setembro o projeto de lei que tornará legal pela primeira vez na Espanha a união civil entre indivíduos do mesmo sexo.
Apesar do forte calor, a manifestação se transformou num grande espetáculo de bandeiras com as cores do arco-íris, faixas e cartazes carregados por transexuais, lésbicas e travestis vindos de todas as regiões do país.
Vários representantes do governo espanhol também participaram da passeata, como o secretário de organização governamental do Partido Socialista, José Blanco, o coordenador geral da coalizão Izquierda Unida (IU), Gaspar Llamazares, além do secretário geral do Sindicato Socialista (UGT), Cândido Méndez.