Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho) nasceu no dia 15/08/1985 em Curitiba e é estudante de jornalismo. Leonino, ele despreza hipócritas e ama seu país: "Meu maior orgulho é o de ser brasileiro", afirma.
Fiz uma conexão com alguns políticos que partiram desta para melhor (sic)! Eles estão no Purgatório e me disseram que, especialmente em Curitiba, o melhor é VOTAR NULO!!!
Fiz uma conexão com alguns políticos que partiram desta para o Inferno! Eles me disseram que, especialmente em Curitiba, todos os candidatos são ótimos! Segundo os capetinhas, temos o direito e o dever de votar em algum deles! Todos cumprirão com louvor as promessas!!!
Tentei fazer uma conexão com alguns políticos que partiram desta para o paraíso! O assessor de imprensa do Céu, Gabriel, me aconselhou a procurar informações na Suiça!!!
Não seja mais uma borboleta no casulo! Seja livre! VOTE NULO!!!
DOMINGÃO PRÉ-VOTAÇÃO II Depois de uma semana meio desgraçada, o prometido do último domingo está sendo cumprido.
Se o melhor candidato não existe...
Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho) Votar ou não votar, eis a questão! Que o voto é obrigatório no Brasil todo mundo sabe. Mas o que nem todos sabem é que o seu voto pode ser uma arma poderosíssima contra todos os candidatos. Ninguém precisa votar no menos pior. Basta fazer o chamado voto nulo, ou voto de protesto.
O difícil é achar pessoas que acreditem que o voto nulo realmente vale algo; Existe uma diferença crucial entre o voto branco e nulo. Na apuração dos votos, ambos contam conjuntamente; ou seja, uma maioria de votos brancos e nulos anula e exige novas eleições. Porém, eles têm significados diferentes. Votar em branco significa a abstenção do voto; popularmente dizendo: "Tanto faz quem for eleito". Já o voto nulo diz que eleitor não está satisfeito com nenhum dos candidatos e quer outros representantes.
A importância do voto nulo é justamente essa. O povo mostra suas armas para os políticos; mostra que o verdadeiro poder está nas mãos do eleitorado. Nenhuma pessoa precisa votar naquele "que não é tão ruim quanto os outros". A consciência que precisa penetrar na alma do eleitor é justamente essa: "Eu não quero, eu posso".
Mas, é claro, se por algum milagre, algum candidato conseguir realmente representar os interesses do eleitor, este candidato mercê o voto. O problema é que a maioria do povo quer, simplesmente, achar algum político que "algo a ver" com seus interesses e pensamentos e não alguém que realmente procure encarar e resolver os problemas.
Para se ter certeza de que o candidato mercê seu voto é simples. Faça seis perguntas básicas. Eis o mistério da salvação: quem é o candidato?; o que fez ou irá fazer?; como irá fazer?; onde irá atuar; quando seus projetos começam a entrar em atividade?; e, o mais importante, por quê ele merece seu voto?
Depois de feita a reflexão, você deve pensar novamente. "Será que algum deles merecem realmente o cargo?" Opções não faltam, novos projetos e ideais sim. Faz tempo que nenhum político brasileiro provoca mudanças reais no quadro político nacional. A última esperança, o PT, mostra-se completamente vendida e submissa aos "poderes ocultos".
Está na hora de gerar novas idéias e protestar da melhor forma possível. Nulidade é umas forma de novos rumos. O melhor candidato não existe? O seu voto também não!
Chargem do Domingo Diôdio Esta chargem foi censurada no jornal mesmo com a colocação de tarjas pretas no "erotismo". Depois dessa sacanagem promovida por um editor nerds que por muito pouco não sentei a mão na cara larguei aquele lixo e quem tiver querendo um "contrato pago" me fale! hehehehe
DOMINGÃO PRÉ-VOTAÇÃO I Esta semana e semana que vem vou por dois textículos meio sérios por ká. Um é seqüencia do outro mas não precisa ser lido junto em seqüencia. Intão um abração e até o próximo Domingão Pré-Votação II!
Giorgio (Diôdio) Dal (Do) Molin (Moinho) Desde o início deste mês de setembro o TRE já decidiu como será a fiscalização para os crimes de boca de urna. Este crime se caracteriza pela entrega de panfletos, carros de som ou manifestações que levem nomes dos candidatos. As pessoas podem apenas mostrar seu interesse silenciosamente, como por exemplo, através do vestuário.
Mas o problema não é exatamente o dia das eleições. Apesar de neste dia o número de "santinhos" espalhados pelas ruas deixarem os eleitores completamente loucos, os dias que antecedem são, sem dúvida, os piores.
Semanas antes do "grande dia", o que se vê nas cidades brasileiras é uma imensa quantidade de poluição produzida pelos candidatos. Adesivos, panfletos, carreatas, carros de som, cartazes e outros objetos de campanha produzem um verdadeiro carnaval nas ruas. Isto causa mais problemas do que os benefícios que o prometido pela candidatura.
Somando-se apenas a poluição visual e sonora das cidades, já se pode ter uma base da quantidade do stress que os eleitores acabam sofrendo antes mesmo de elegerem seus "comandantes". Isto sem falar nos necessitados, que são os que mais ganham promessas, mas acabam sendo vítimas da campanha enganosa e destrutiva.
Tome-se o exemplo dos doentes. Os candidatos visitam-nos e prometem melhor estrutura e atendimento. Poucos minutos depois, saem dos hospitais em seus carros eleitorais com seus jingles de campanha no volume máximo e dão diversas voltas no quarteirão da unidade hospitalar. Prejudicam, assim, o descanso e, conseqüentemente, a recuperação dos pacientes.
Se os políticos não levam em consideração os problemas que eles causam nem mesmo na época das eleições não será quando forem eleitos que irão se preocupar com o stress e a saúde do povo. Talvez com os próprios parentes. E há alguma defesa contra isso?
continua...
DOMINGÃO DO PALHAÇÃO Faz um tempinho já quando li isso aqui no blog do cartunista Kemp (RJ).É um textículo de alguém que não assinou, mas fez um puta texto que vale a pena ler e reler.
"Quando eu era jovem, eu pensava que com a arte seria possível mudar o mundo.
Eu buscava constantemente um espetáculo que pudesse despertar no coração do público uma esperança.
Eu queria mostrar uma maneira diferente de viver, com mais amizade, criatividade, sem a obrigação de perseguir o dinheiro e o poder. Ilusão fútil que eu nunca consegui alcançar. Não só a revolução não chegou, como as pessoas se tornaram cada vez mais loucas e materialistas.
Quando eu me dei conta disto eu vivi momentos difíceis pensando, pensando inclusive que minha vida era um fracasso e que todo esforço era inútil.
Mas um dia eu tive uma revelação: se não se pode mudar o mundo, pelo menos é possível mudar a si mesmo, encontrar algo em seu coração, um desejo, uma necessidade e entregar-se totalmente a ele, sem olhar para trás. Isso não é para a sociedade ou para os outros, não, é para você mesmo.
E eu fazendo esse palhaço que eu sou, eu encontrei essa coisa. Provocar, burlar e fazer o público rir. Isso era tudo o que eu buscava em minha vida. Por certo eu não mudava o mundo, mas os palhaços nunca mudaram o mundo, passam o tempo tentando sem nunca conseguir, por isso são palhaços.
Os palhaços gostam do fracasso e das ações ineficazes, são perdedores alegres e isto é a verdadeira força que têm, nunca se cansam de perder. Desfrutam de cada fracasso e voltam em seguida a fracassar de novo, diluindo assim as certezas das pessoas sérias e que nunca duvidam.
Então, esse sangue que pareço ter na minha cabeça, esse sangue que tenho sobre a minha camisa, esse sangue que tenho no meu coração, esse sangue que está todo em mim é tão patético e inútil em seu simbolismo porque é sangue de um palhaço. Um sangue que não vem de uma grande luta ou em nome de uma causa heróica. É sangue de brincadeira, ao mesmo tempo verdadeiro e pouco importante."
anônimo italiano
7 de Setembro Ó grande pátria desimportante, em nenhum momento vou te trair!!! (Cazuza)
Hino a Independência Letra: Evaristo Ferreira da Veiga Música: Dom Pedro I
Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Refrão: Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
(Refrão)
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
(Refrão)
Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
(Refrão)
DOMINGÃO DIGITALZÃO Nhé... Já que tá todo mundo curtindo uma viagem e ninguém mais entra nessa merda aqui mesmo vou "só" colocar a coluna de domingo do Veríssimo. Direto do O Globo.
Poderosos por Luís Fernando Veríssimo - O meu celular também é uma câmera digital que transmite as fotografias para qualquer lugar do mundo. Tem calculadora e miniimpressora, dá o horário das marés e o resumo das novelas e acho que faz cafezinho. Além de receber e transmitir chamadas telefônicas, claro.
- Tem High-Definition Jet Systematizer Interface Board?
- Tem. Năo. Năo sei. Será esta tecla?
- Năo! Isso é o raio laser. Só use no caso de um ataque de extraterrestres.
- Vocę está brincando?
- Estou. Também inventei esse High-Systematization Interboard High Jet Face, que năo existe. Pelo menos, até onde eu saiba. Năo verdade năo entendo nada de celular.
- Entăo entende mais do que eu.
- Só sei que eles estăo ficando poderosos demais. Năo há o que năo façam. E quem sabe como?
- Eu năo. Estava recém-começando a entender o telefone comum...
- Teclado ou disco?
- Disco!
- Quer saber de uma coisa? Eu ainda năo entendi rádio. Televisăo eu nem tentei.
- Eu nunca entendi rádio. Esse negócio de ondas sonoras que se propagam pelo ar. Pode?
- Pois eu vou contar uma coisa.
- Conte.
- Eu nunca entendi fechadura.
- E torneira? O que vocę me diz de torneira?
- Impossível. Um mistério. Outra coisa: tesoura.
- Năo. Espera aí. Tesoura eu sei como funciona.
- Sabe?
- Tesoura eu saquei. Pelo menos o princípio da coisa, eu sei. Em termos leigos, claros.
- Que barulho é esse? Um ¿psst¿ eletrônico.
- É o meu celular me chamando. Tem um recado na telinha.
- O que ele quer?
- Está me chamando de obsoleto. Năo quer ficar comigo. Quer me trocar por outro dono, mais atualizado!
- Epa. Acho que o meu também está me chamando, para me xingar.